Quanto melhor o líder, melhor!

Pelo mentor José Haddad

Mas afinal, o que é liderança e como alcançá-la? Quais seus atributos?

Seria a liderança uma tecnologia à ser repassada de cérebro à cérebro?

Existe metodologia própria para adquirir as características e comportamentos de um/a super líder? Ou a liderança já vem no gene, é de berço, é nata?

Antigamente, não havia diferença entre liderar e chefiar. Chefiar era liderar. “Chicote e sal grosso” eram praticamente os únicos ingredientes avaliados na metodologia dos resultados buscados. E era função apenas pra homem, com raríssimas exceções. O termo empregado à época para força produtiva era “trabalhador/a” e não “colaborador/a.”

Autoliderança então, era termo impensado. A função de trabalhadores era quase robótica, resquícios ainda da escravidão e consequente era industrial que gerou a cultura de produção em série. Ditado popular para trabalhador/a  à época era: “você não é pago/a para pensar, você é pago/a  para fazer”.

Atualmente, já é comprovado cientificamente, que essa tecnologia, a da liderança, pode ser desenvolvida e implementada em cada um/a da Corporação. Da mesma forma, o processo de autoliderança é o passo inicial para quem quer se candidatar a liderar grupos.

É comprovado que são melhores líderes aqueles/as que possuem determinadas competências, habilidades e atitudes, o “CHA”, tão mencionado na diversa literatura que aborda o tema.

Mas percebo, observando líderes das mais diversas empresas, que são ainda melhores os que possuem determinadas características citadas abaixo:

Os que são reconhecidos líderes por notoriedade, ou seja, todos os reconhecem por suas posturas de vanguarda, valores nobres, crenças estimulantes, grande senso de justiça e democracia.  Eles mantém a cabeça “nas estrelas” mas os pés, “no chão”.

Os que escolhem as pessoas certas , organizando um time onde todos são muito bons no que fazem e muito bons em relacionamento. Lembrando que ser bom de relacionamento é a capacidade de dar bons feedbacks e em absoluto “passar a mão na cabeça”.

Os que possuem a capacidade de motivar constantemente seus colaboradores, e mais do que isso, estão sempre esbanjando motivação. Motivar não é bajular. O excesso de amizade no ambiente profissional costuma prejudicar o grau de profissionalismo.

Os que possuem disciplina que é a capacidade de se organizar, manter-se organizado e organizar seu time. Disciplina não é ditadura. É padronização que evita retrabalho e desperdício.

Os que possuem autoconfiança a ponto de até admitir não saber o que, de fato, não sabem, de forma absolutamente tranquila. Digo que aqueles que dizem saber tudo e entender de tudo, não sabem que não sabem e não entendem que não entendem.

Os que possuem ambição, que é um inconformismo natural de quem quer sempre crescer não dando espaço para acomodação. Isso é totalmente diferente de ganância que é um alto grau de egoísmo levando o colaborador querer ganhar a qualquer preço e de qualquer forma, mesmo que esse processo implique em prejudicar outras pessoas.

Os que possuem foco, orientando suas ações para resultados mensuráveis. É obvio que o que precede um foco bem direcionado é uma meta bem estruturada. Se não existe meta, não existem foco, simples assim.

Os que formam outros líderes. A única forma de crescer em uma Organização é capacitando alguém para fazer o que e como você faz.

Concluindo, afirmo que não existe mágica na liderança. Existe, sim, diferenciais que se tornam referências e exemplos para aprendizes à líderes.

Inspire-se nos bons líderes e se torne um deles!

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